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Pensamento fixo, Bôemia e seus riscos...

A minha cidade tem cada canto,

Um mais alto que o outro.

Mas à Baixa é que me encanta.

É rodeada de bares,

Botecos e butequins...

Feitos sobre medida para mim.

O Boêmio é facilmente identificado,

Como acessório necessário

Encontra-se fácil, um copo de cerveja no seu lado.

Mas como nem tudo são flores,

Um pequeno descuido e esta lá...

O maior dos horrores!

Cerveja quente.

-Para que entenda melhor,

É como se fosse o pecado,

Para o jovem padre recém ordenado...

Tão logo não fique desesperado,

É um assovio e a cerveja esta novamente ao seu lado...

Comentários

  1. Rsrssrrrs, sensacional Segundito.

    Bom humor e alta percepção desse tão ébrio bairro, C. Baixa, rsrsrrs

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  2. Viva a Cidade Baixa!

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Bolhas de Café...

Todos os dias eu vejo ela ali . . . em bolhas de café ela começa a surgir... Digo não, Digo não... Sai da minha xícara, sai do meu coração!

Depois destes dias
Não sei mais o que faço
Não bebo mais café
Tenho medo do seu abraço

Esta história não tem fim
Porque já se perdeu
Nossos destinos foram diferentes
E aquele cara morreu.

(volta...) Digo não... Digo não...
 Sai da minha xícara, sai do meu coração...


Esta letra escrevi em 2001, estava no segundo ou terceiro ano do ensino médio, não lembro.
Naquele tempo Ramones, Legião, TNT... embalavam os intervalos...
Minha compania preferida era meu violão ( hoje não lembro onde ele esta...)
E minhas "platonices agudas"...





É uma viajem de um "cara" que jura enxergar o rosto da amada nas bolhas formadas na xícara do café...
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