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Porto Alegre.

Escadarias mágicas,

Usina de gás

Um laçador que vive a indicar,

Um caminho a ser seguido...

Para até as gurias chegar,

Redenção!

À Gloria, e um Bom Fim.

Comentários

  1. Tche, acho que esse vídeo fecha muito com o post!
    http://www.youtube.com/watch?v=FJubKIepjLE

    abraços

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  2. STOP! genial, foi dado vida às palavras...

    ResponderExcluir

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Bolhas de Café...

Todos os dias eu vejo ela ali . . . em bolhas de café ela começa a surgir... Digo não, Digo não... Sai da minha xícara, sai do meu coração!

Depois destes dias
Não sei mais o que faço
Não bebo mais café
Tenho medo do seu abraço

Esta história não tem fim
Porque já se perdeu
Nossos destinos foram diferentes
E aquele cara morreu.

(volta...) Digo não... Digo não...
 Sai da minha xícara, sai do meu coração...


Esta letra escrevi em 2001, estava no segundo ou terceiro ano do ensino médio, não lembro.
Naquele tempo Ramones, Legião, TNT... embalavam os intervalos...
Minha compania preferida era meu violão ( hoje não lembro onde ele esta...)
E minhas "platonices agudas"...





É uma viajem de um "cara" que jura enxergar o rosto da amada nas bolhas formadas na xícara do café...
Poema exposto na Assembleia legislativa do Rio Grande do Sul de 26 de outubro de 2009 à  09 de novembro de 2009.  Espaço comemorativo a semana do servidor público estadual.



ROTINA ATÍPICA

Esquinas, becos escuros...

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A volta da bebedeira

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Um café preto para acordar

O livro do velho Mario para alegrar

Um pequeno cochilo

E a rotina a engrenar

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Ninguém me entende.

Não sei se é comigo ou com toda vizinhança!



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Você não é só mais um na festa,

Mas sim o sinal do tempo que passou...

Assustados, todos param, a hora do pedido chegou.


Poema premiado na 51º Feira do Livro de Porto Alegre