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Porto Alegre


Quadrantes que conheço como a palma de minha mão,
A bordo de meu fusca traço estas ruas
curtindo aquele som
o velho rock in roll esta gravado em minha alma
transpiro estes rites em cada uma de minhas aceleradas
O clima retro e lembranças de meu avô
Que eu na verdade nem conheci
Um tempo passado que "recrio" para me divertir
Novas passagens
onde sou acompanhado
Pela memória...
aquela criadora
que não para de se divertir
e imaginar que um passado legal já teve por aqui...

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Bolhas de Café...

Todos os dias eu vejo ela ali . . . em bolhas de café ela começa a surgir... Digo não, Digo não... Sai da minha xícara, sai do meu coração!

Depois destes dias
Não sei mais o que faço
Não bebo mais café
Tenho medo do seu abraço

Esta história não tem fim
Porque já se perdeu
Nossos destinos foram diferentes
E aquele cara morreu.

(volta...) Digo não... Digo não...
 Sai da minha xícara, sai do meu coração...


Esta letra escrevi em 2001, estava no segundo ou terceiro ano do ensino médio, não lembro.
Naquele tempo Ramones, Legião, TNT... embalavam os intervalos...
Minha compania preferida era meu violão ( hoje não lembro onde ele esta...)
E minhas "platonices agudas"...





É uma viajem de um "cara" que jura enxergar o rosto da amada nas bolhas formadas na xícara do café...
Poema exposto na Assembleia legislativa do Rio Grande do Sul de 26 de outubro de 2009 à  09 de novembro de 2009.  Espaço comemorativo a semana do servidor público estadual.



ROTINA ATÍPICA

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Poema premiado na 51º Feira do Livro de Porto Alegre