Pular para o conteúdo principal


Corrente circular

uma onda o mar,

Esta vida é breve.

Sinto que o passado me persegue

Não me identifico neste tempo.

Fecho os olhos e tudo se transforma

Em um outro mundo me reconheço

Minhas lembranças não vivi

Mas tudo bem, já que estou aqui...

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Martha Medeiros: A elegância do conteúdo

Pouco valerá se formos uma nação de medíocres com dinheiro De ferramentas tecnológicas, qualquer um pode dispor, mas a cereja do bolo chama-se conteúdo. É o que todos buscam freneticamente: vossa majestade, o conteúdo. Mas onde ele se esconde? Dentro das pessoas. De algumas delas. Fico me perguntando como é que vai ser daqui a um tempo, caso não se mantenha o já parco vínculo familiar com a literatura, caso não se dê mais valor a uma educação cultural, caso todos sigam se comunicando com abreviaturas e sem conseguir concluir um raciocínio. De geração para geração, diminui-se o acesso ao conhecimento histórico, artístico e filosófico. A overdose de informação faz parecer que sabemos tudo, o que é uma ilusão, sabemos muito pouco, e nossos filhos saberão menos ainda. Quem irá optar por ser professor não tendo local decente para trabalhar, nem salário condizente com o ofício, nem respeito suficiente por parte dos alunos? Os minimamente qualificados irão ganhar a vida de outra forma qu...

Desobedecendo.

Descendo a rua  tive a ideia de escrever umas frases muito loucas, Só para ver... No que será que vai dar: Se o pato miar? O gato latir? O Sapo dançar? As letras não mais pararem, Como formarei estas loucas frases?? Tudo tem sua ordem, Desarrumar...arrumar Que jogo divertido o Alfabeto crio eu! A vida cria o livro O livro copia... o Sapo passa à dançar, o gato a latir... nesta caneta mando eu... E você só tem a sorrir. Marionete de carne e osso neste universo das letras o escritor é que finaliza ao seu gosto.

Festinha, que alegria

  Minha poesia não é como torta fria, Parece mais um bolo de aniversário, Que nestas horas traz alegria - Pena que o futuro não cansa... Queria eu um dia voltar a ser criança. Ninguém me entende. Não sei se é comigo ou com toda vizinhança! - Corre garoto! A hora do parabéns chegou... Você não é só mais um na festa, Mas sim o sinal do tempo que passou... Assustados, todos param, a hora do pedido chegou. Poema premiado na 51º Feira do Livro de Porto Alegre